Assemblages Guattari and Machinic Animism

Assemblages Felix Guattari and Machinic Animism

Agenciamentos: Félix Guattari e o Animismo Maquínico (2012) English subtitles Via Ian Buchanan

Agencements [or assemblages, because there is no better English translation]


Published on 15 Jun 2015

Projeto de pesquisa audiovisual de Angela Melitopoulos e Maurizio Lazzarato, “Agenciamentos” faz um passeio esquizofrênico pelas novas formulações propostas por Félix Guattari para se pensar os sujeitos, as sociedades e as subjetividades. Dividido em quatro partes, o projeto traz imagens raras de Félix Guattari na famosa clínica de La Borde (local de experimento polifônico da prática da esquizoanálise), além de trechos de filmes, entrevistas e imagens de diversos tipos de sujeitos: árvores, rios, pedras, um mendigo no centro da cidade etc, – nada escapa ao olhar sensível e articulador de agenciamentos de Melitopoulos e Lazzarato. “Agenciamentos” é um convite à filosofia subversiva e transformadora nas costuras erráticas das linhas de fuga criadoras.

Projeto de pesquisa audio-visual dividido em quatro partes: 1. Animismo e psicose 2. Além dos sujeitos ocidentais 3. O direito à loucura ou “A clínica de La Borde” 4. Animismo e resistência. Concebido originalmente como um vídeo-instalação, “Agenciamentos” foi exibido duante a Taipei Biennial e no museu MACBA, Barcelona. SOBRE: Gênero: Projeto de Pesquisa Audiovisual Diretor: Angela Melitopoulos; Maurizio Lazzarato Duração: 69 minutos Ano de Lançamento: 2011 País de Origem: Sem informações Idioma do Áudio: Francês / Português Site Oficial: http://www.e-flux.co…i-and-machinic-

  • Music

    • “Chants d’Auvergne: II. Bailero” by Dame Kiri Te Kanawa, English Chamber Orchestra & Jeffrey Tate (iTunes)

2 responses to “Assemblages Guattari and Machinic Animism

  1. lovely to have this thanks, i wish more of the recordings of felix were translated, he is so overshadowed by deleuze but i find him to have more lasting/useful resonances, perhaps because of his focus on and participation in actual goings-on.
    that said he was wrong about there being the possibility of attaining a state of “zero degree of meaning” from which to lose one’s habits/associations. i guess the romantic notions along the lines of participation mystique will never really go away…

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